Eurotrip Day 1 – I was a jetlagged zombie

Tô viva. Extremamente cansada, mas viva. A viagem em si foi só isso, cansativa. Nenhum problema. Quer dizer, eu achei que fosse perder o vôo de Roma pra Londres, mas só isso. Em São Paulo, o menino da Alitalia me deu só os cartões de embarque pra Milão e pra Roma. Disse que não tinha como fazer o check-in do último vôo. Eu teria que desembarcar, fazer check-in e embarcar de novo.

O problema é que o tempo que eu teria pra fazer isso era menos de uma hora. E a situação piorou depois que o vôo atrasou pra sair de Milão. Eu quase entrei em desespero no avião pensando em COMO eu ia fazer uma jornada dessas, num aeroporto desconhecido, em menos de 15 minutos.

Mas eu tive sorte porque, assim que desembarquei em Roma, tinha uma funcionária da Alitalia me esperando com o meu cartão de embarque. Saí que nem uma louca aeroporto afora, procurando o maldito portão G10. Não só a porcaria do portão era longe (e depois do controle de passaporte, o que significa ter ficado numa fila gigantesca pro guardinha nem olhar na minha cara na hora de carimbar o visto porque se distraiu com uma guria da Letônia que tinha uns trinta metros de altura), como tinha que pegar um TREM pra chegar nele. Depois do trem, ainda tive que andar muito pra chegar no tal portão e… tinha revista. A sorte é que a mulher só apalpou a sacola do casaco, porque se ela abrisse, ia achar o travesseiro e as duas mantas que eu roubei do primeiro vôo, hahaha.

O vôo pra Londres foi tranqüilo e, apesar de atrasado, chegou na hora. No caminho, o comandante sobrevoou os Alpes Franceses e eu vi o Mont Blanc! Minha mala estava lá (UHU!) com aviso de inspeção por Raio-X e sem o cadeado de segredo, mas não roubaram nada, pelo menos. Eu conheci um casal de irmão de Londrina que vai ficar 2 semanas em Londres, e a mala da menina não chegou. Eles demoraram tanto pra sair que eu achei que tinha acontecido alguma coisa na imigração, mas felizmente foi só a mala (prejuízo bem menor, né?). Peguei o ônibus e vim pra Bath. A viagem em si é até rápida (2 horas), mas naquela altura, depois de cambalear de sono que nem uma louca (acho que, no final das contas, entre sair de Porto Alegre e chegar em Londres eu dormi, no máximo, 3 horas), o que eu mais queria era chegar logo pra poder dormir. Não me perguntem como, mas no ônibus pra Bath tinha um mineiro escandaloso, e óbvio que brasileiro se acha, né? Mas ele ia visitar umas amigas aqui perto e não sei por quê achou por bem me contar que estava de peruca. E ficava tirando a peruca e rindo que nem um louco no ônibus. Em Bath o frio estava beeeem chatinho, então peguei um táxi (daqueles pretos, grandões, bem de filme!). Dormi antes de colocar a cabeça no travesseiro.

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