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And after all…

… you’re my wonderwall.

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You might say this is another boring lovesong

Ontem foi um dia atípico, interessante, confuso e frustrante, pra começo de conversa.

Pra terminar, eu entrei numa crise tão bizarra que fiz uma sessão dupla Christian Slater e sobrevivi.

Recapitulando: um dos muitos dvds que eu comprei nos EUA foi um duplo do Christian Slater. Na verdade, eu queria só Pump Up The Volume, que eu acho genial, mas só achei nessa versão que vinha junto Bed of Roses. Como das comédias românticas anos 90 do Christian Slater, essa era a menor pior, achei que valia a pena.

Lembrando que ambos são filmes dos anos 90 (PUTV é de 1990, BoR é de 1996), eu até que não sofri tanto: as histórias se sustentam, embora Pump Up The Volume perca o sentido hoje, já que qualquer um tem blog, fotolog, twitter *e* podcast, que é bem mais fácil de manter do que uma estação pirata de rádio. Mas o discurso sobre a apatia adolescente ainda me choca, porque o filme é anterior ao grunge, que consagrou essa característica (sendo uma adolescente dos anos 90, é chocante perceber o quanto o filme me marcou na época e só fazer ligação com a música agora, passados quase 20 anos).

Pra quem nunca ouviu falar, segue o trailer:

Bed of Roses é uma experiência mais estranha. É uma comédia romântica, e é comum algumas atrizes se testarem nesses papéis e darem certo ou não (hoje eu vi A Proposta, e a Sandra Bullock é indubitavelmente a segunda melhor atriz de comédias românticas dos últimos 30 anos – Meg Ryan suprema). Eu admito que amo a Mary Stuart Masterson porque ela vai ser para sempre a Watts de Alguém Muito Especial, mas ela não é atriz de comédia romântica. Mas é um passatempo divertidinho, e uma das músicas da trilha sonora é essa:

Juro que eu nem lembrava que isso existia, mas agora já foi pra playlist.

Agora reina a dúvida cruel sobre o que assistir. Comprei tanto dvd antes, durante e depois da viagem, que não consigo colocar tudo em dia (lembrando: fui pros EUA em fevereiro!). Como eu disse, fui ver A Proposta, que é bem bonzinho, especialmente porque rola um Ryan Reynolds como veio ao mundo. Não é o supra-sumo das comédias românticas, mas é bom passatempo (e, retomando a questão atrizes que se testam nesse tipo de papel, em determinado momento imaginei a Jennifer Aniston como Margareth e o efeito foi desagradável).

Por falar em Jennifer Aniston, provavelmente vou encerrar o domingo com Dream For An Insomniac, mas esse filme merece todo um post à parte.

In other news, heaven, I’m in heaven, and my heart beats so that I can hardly speak.

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Filed under Refém do Sofá